Em dias em que somos afetados o tempo inteiro por maus tratos, indiferenças, rancores, incompetências e tantas outras inadimplências emocionais e sociais, devemos nos lembrar diariamente de exercitar o verbo amar com quem amamos. Amar e ser amado já é um privilégio; não devemos passar batidos por tamanha graça. Ontem conheci Israel, um menino de rua de 10 anos que, inexplicavelmente, mesmo sem ter tido pai ou mãe, porque viveu em orfanatos; mesmo sem ter casa, nem cama quentinha, é absolutamente puro e doce. Israel não gosta de pedir esmolas. Ele cata latinhas para vender e sobreviver. Israel não gosta de viver nas ruas, mas não tem casa. Israel voltaria a viver em uma Instituição, mas não confia na que estava. Israel quer ajuda,mas não quer incomodar... Como será que Israel conseguiu ser e permanecer tão desarmado com uma vida lhe aponta uma arma a cada instante? Israel ainda tem amor no coração. Talvez a mãe de Israel o amasse, e tenh...